[Verso 1] O amor que por ti sinto, se o tivesse que medir, em comprimento ou largura, não cabia em existir. Ia da Terra até à Lua, contigo no meu sentir, e nem assim tal distância o conseguia medir. [Verso 2] Subia a altas montanhas, descia ao fundo do mar, contigo no meu sentir, sem nunca me cansar. E nem assim tal distância, em largura ou comprimento, abria espaço bastante para tanto sentimento. [Pré-Refrão] E eu, já quase a desistir, de por fim poder medir este amor que por ti sinto, sem fronteira, sem lugar… [Refrão] Eis que surge um terno abraço, um cÃrculo perfeito, mostrou-me o único jeito de medir um sentimento. Não é largura nem comprimento, nem o tempo a passar, é no centro do teu peito que aprendi a me encontrar. [Ponte – quase falada] O amor não cabe em números, nem em regras do pensar, mede-se quando o silêncio nos ensina a ficar. [Refrão Final – mais Ãntimo] Eis que surge um terno abraço, meu princÃpio e meu fim, nesse cÃrculo...