Poema de Consciência
Poema de Consciência Este poema nasceu numa manhã comum. Ricardo tocava ao de leve antes de sair para o trabalho, e a música abriu uma porta antiga dentro de mim. O que aqui fica é o que atravessou essa porta. Nasci em ditadura, e em ditadura vivi. Mas o peso dessa sombra nunca me prendeu a mim. Sempre à minha maneira continuei a jornada — tantas vezes fui sozinha, outras vezes acompanhada. Nasci de espírito livre e, da vida que vivi, a chama da liberdade sempre brilhará em mim. E no dia em que eu partir deste mundo desigual, peço Paz e Liberdade para o nosso Portugal. Escrito ao som de uma guitarra numa manhã de inverno. — Tianela Música Ricardo Silva produzida no Suno