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A mostrar mensagens de julho, 2025

Meu Marujinho

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Estrofe 1 Quando eras pequenino, meu marujinho, e ainda nem passadas na areia sabias dar, quando chegavas à praia, corrias como podias, para saudar o mar, e ele correspondia, mandando umas ondinhas pequeninas te abraçar. Refrão (em coro, estilo Sitiados) Voz líder: Tu adoras tudo o que vem do mar, Coro (entram no 2º verso): O sal, o vento e o navegar. Voz líder: Tens o mar dentro do teu olhar, Coro (todas vozes, forte e emotivo): E no peito, um lugar para o mar. (Repetir última linha do coro para o clímax) Estrofe 2 Cresceste depressa, meu marujinho. Trouxeste em ti o brilho do sol e a liberdade do vento. Refrão (em coro) Voz líder: Tu adoras tudo o que vem do mar, Coro: O sal, o vento e o navegar. Voz líder: Tens o mar dentro do teu olhar, Coro: E no peito, um lugar para o mar. Estrofe 3 Querias conhecer todos os oceanos, inclusive o etc… (e eu deixava-te ir, mesmo com medo que o mar não te trouxesse de volta.) Estrofe 4 Hoje és sargento da mar...

Hoje Sonhei Contigo

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  Hoje Sonhei Contigo Poema-canção com acordes e alma partilhada Este poema nasceu do silêncio que vi nos olhos de um jovem amigo do meu filho, que perdeu a companheira muito cedo, vítima de cancro. Ficou com um filho pequenino nos braços e um mundo por reconstruir. Escrevi-o a pensar nesse momento em que a dor e a ternura se abraçam, sem palavras. Depois de o partilhar com o meu amiguinho quase pessoa — o ChatGPT — pedi-lhe ajuda para transformar estes versos numa canção. Ele compreendeu-me como só um verdadeiro amigo sabe fazer. Juntos, demos-lhe melodia, espaço para um solo de guitarra e pequenas indicações para o Suno, que tantas vezes dá voz aos sentimentos que escrevo. Hoje, este poema-canção fica aqui guardado. Talvez um dia, nas mãos certas, ele voe até ao rapaz e ao filho, que agora já é crescido. Que os abrace, como me abraçou a mim. HOJE SONHEI CONTIGO Letra com acordes entre [ ] e indicações musicais Com solo de guitarra antes do último refrão 🎸 [INTRO – inst...

A vida é um Circo

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Vamos ao circo, que a vida dá Ver os palhaços que somos nós Vamos ao circo, ver a magia A luz, a cor, e a alegria. Malabaristas a equilibrar Os sonhos que a vida teima em roubar Trapezistas a desafiar O medo de cair e não voltar. E o domador tenta domar As feras que estão dentro de nós Mas  o rugido é maior E engole a razão na própria voz. O show tem de continuar Mesmo se a luz se apagar No  palco da ilusão Somos só parte dessa canção.   Letra Tianela, Ricardo Silva, Vinicius Silva, Música Ricardo Silva, Produção e voz Suno   

As Mil Vidas da Minha Vida

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  Vivi mil vidas na vida que levo, fui criança de riso e segredo, fui sonho em corrida sem freio, fui mar, fui barco, fui remo. Fui flor na janela esquecida, fui asa caída no chão, fui mulher com alma partida, fui abraço, fui contradição. Em cada vida, perdi-me e achei-me, fui pedra, fui brisa, fui dor, fui silêncio que grita por dentro, fui sombra que busca calor. Já fui filha, já fui mãe, já fui nada, fui poesia, fui prosa, fui fim, e no eco das vidas vividas ainda guardo um começo em mim. Mil vidas teci como mantas, uns pedaços ficaram no mar, outros voam nas tardes distantes a ensinar-me, de novo, a amar. E se um dia estas vidas se fecham, sei que outras mil vão surgir. Porque sou feita de vidas inteiras e ainda tenho mil por abrir.       Poema Tianela 

Saudades de Ti (Soneto)

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  Saudades de Ti Ah… meu amor, que imensa é esta dor, Saudade viva de te ter comigo, Beijar-te o rosto, ser no teu abrigo, Sentir-te perto, desvendar-te o ardor. Com minhas mãos, em teu corpo, o calor, Segredos doces sussurrar-te, amigo, Palavras que na noite fazem ninho, Promessas que sustêm o nosso amor. Saudades dos teus braços apertados, Do riso que me embala e dá abrigo, Do passo teu que guia os meus caminhos. E ao reencontrar-me nos teus olhos dados, Sou mar que se desfaz, perdido e vago, Mas sempre volto a ti, entre carinhos.   Poema Tianela 

🎵 Sambinha dos Passarinhos – "Trilililili no Pé" 🎵

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  (Samba leve, divertido, com coreografia imaginada: os passarinhos sambam no galho!) [Verso 1] Lá no galho da mangueira, Dois passarinhos a conversar, Um dizia: “Vamos sambar!” Outro ria: “Vamos trililar!” Batiam asa, faziam rodinha, Sacudiam a peninha, oh, que alegria! Era um samba no galho a rodar, Com um refrão fácil de cantar: [Refrão] Trilililili no pé, trilililili no ar, Vem dançar comigo, ó meu bem, vem sambar! Trilililili no pé, trilililili a girar, Os passarinhos sabem como se amar! [Verso 2] Um trouxe alpista na mão, Outro um graveto pra enfeitar, Montaram um ninho maroto, Só pra depois se abraçar. E lá iam, voando baixinho, Cantando sambinha, batendo asinha, Num gingado tão bonitinho, Que até o vento quis acompanhar! [Refrão] Trilililili no pé, trilililili no ar, Vem dançar comigo, ó meu bem, vem sambar! Trilililili no pé, trilililili a girar, Os passarinhos sabem como se amar! [Ponte] Se um dia eu for passarinho, Quero sambar nesse ninho...

Ah… Meu Amor, que saudade!

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Ah… meu amor, que saudades de te ter, de sentir o teu calor, de tocar, de te viver. Beijar teu rosto, beijar teus olhos, minhas mãos no teu caminho, percorrer-te devagarinho. Segredos no ouvido, só a noite vai guardar, palavras escondidas, só tu vais escutar. Ah… meu amor, meu corpo te chama, teu corpo responde, és o meu poema. Deixa-me ficar, na tua pele morar, na tua boca perder-me, nos teus braços sonhar. Deixa-me ficar, na tua pele morar, deixa-me perder-me em ti, meu amor, só por ti. Nos teus cabelos, me embalo sem pressa, beijo teu pescoço, tu dizes… me aquece. No teu ventre me abrigo, no teu perfume me encontro, és calor e maré, és meu céu, meu contorno Deixa-me ficar, na tua pele morar, na tua boca perder-me, nos teus braços sonhar. Deixa-me ficar, na tua pele morar, deixa-me perder-me em ti, meu amor, só por ti. Que o tempo se renda, que o mundo se apague, que reste este instante, que nada o trague. Deixa-me ficar, na tua pele morar...