O Último voo

 

 É uma homenagem a todos os artista de Circo e à sua entrega total à sua arte.

Utilizei o Chatgpt para fazer a letra (sobre uma ideia minha) e o Suno para dar voz a uma musica trauteada por mim. O Ricardo sempre o grande arquiteto de tudo isto.

O meu obrigado a todos.

 O Último Voo (Dueto)

[Intro – Orquestra / ambos em uníssono suave]
(Instrumental, cordas e madeiras. Vozes entram em harmonia leve.)

[Verso 1 – Voz masculina]
Chamaram-nos de novo à arena,
os anos gravados nas mãos.
O corpo já frágil, cansado,
mas nos olhos ainda o verão.

[Verso 1 – Voz feminina]
Pensei que o tempo nos tinha levado,
as forças perdidas no ar.
Mas quando te olhei nos olhos,
senti que podíamos voltar.

[Refrão – Ambos em harmonia]
E no ar voltámos a ser
o primeiro sonho da vida.
Entre aplausos deixámos correr
a valsa eterna da partida.

[Verso 2 – Voz masculina]
Sabíamos: já não era possível,
o salto que um dia brilhou.
Mas quando te segurei nos braços,
o medo no tempo parou.

[Verso 2 – Voz feminina]
O mundo calou-se à nossa volta,
ficámos sozinhos no céu.
E nesse instante perfeito,
o impossível aconteceu.

[Refrão – Ambos, crescendo]
E no ar voltámos a ser
o primeiro sonho da vida.
Entre aplausos deixámos correr
a valsa eterna da partida.

[Ponte – Alternado, depois juntos]
(voz feminina) Há um silêncio preso no teto,
(voz masculina) a rede distante a brilhar.
(ambos) Conto até três no teu peito,
e voltamos a atravessar.

[Verso 3 – Ambos em diálogo]
Rodámos como outrora no céu,
bailado de fogo e ternura.
O público ergueu-se em maré,
e o impossível tornou-se ventura.

[Refrão final – Ambos, em harmonia aberta, crescendo orquestral]
E no ar voltámos a ser
o primeiro sonho da vida.
Entre aplausos deixámos correr
a valsa eterna da partida.

[Coda – Voz feminina + eco masculino]
A valsa eterna…
(eco) …da partida.

 


 

 

 

 

 

 

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