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🎶 EU GOSTO DE OUVIR O FADO

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Há fados que nascem do peito, sem pedir licença. Este nasceu assim — entre uma lembrança e um sorriso. De pequenina, aprendi a ouvir o fado nas vozes do povo, nas guitarradas que vinham das tascas, nas madrugadas cheias de alma. E, sem dar por isso, o fado ficou em mim — como uma herança antiga que não se perde, apenas se renova. “ Eu Gosto de Ouvir o Fado ” é a minha forma de agradecer a essa tradição viva, que emociona, consola e faz sonhar. Porque o fado é o sentir do povo… e também é o sentir do meu coração.   🎶 “EU GOSTO DE OUVIR O FADO” Letra : Tianela (Fado corrido tradicional – Tom sugerido: Em) (Em) Eu gosto de ouvir o fado (Am) Porque aprendi a gostar (B7) Quando desde pequenina (Em) Ouvia o fado cantar (Em) Eu gosto de cantar fado (Am) Fado é canção nacional (B7) Se quiser sentir o fado (Em) Tem que vir a Portugal [Refrão] (Am) E ao ouvir as guitarradas (Em) Esse som mexe comigo (B7) Seja no fado menor (Em) Seja no fado corrido (Em) Ficou-me do meu p...

Ai vida

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  Entre alegrias e dores, amores e perdas, “Ai vida” é o fado que nos lembra que viver é aprender. Dos cabelos loiros da juventude aos cabelos brancos da velhice, cada erro, cada riso, cada saudade faz-nos quem somos. Quando cantamos “Ai vida… ai vida…”, celebramos a intensidade de a vida que nos foi dada.   [Em] Cabelo loiro, pele rosada Olhos de jade, foi assim que eu [Am] nasci [Am] Ai vida... [Em] ai vida... [B7] O que é que a vida [Em] tem para mim [Am] Ai vida... [Em] ai vida... [B7] O que é que a vida [Em] tem para mim [Em] Sofri, gritei, desesperei Também errei e até [Am] fugi [Am] Fui muito amada, [Em] também amei [B7] Ganhei dinheiro... [Em] também perdi [Am] Ai vida... [Em] ai vida... [B7] Mas foi com os erros [Em] que eu aprendi [Em] Um dia vi meu corpo a mudar A desdobrar-se, a barriga a [Am] crescer E eras tu que me estavas a [Em] dar Filhos pra amar, [B7] e com eles [Em] viver [Am] Ai vida... [Em] ai vida... [B7] Tenho os amores [Em] que sempre quis [Am] Ai vid...

Cheiros do Passado

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Entre o sonho e a ilusão, há um espaço onde o tempo se dissolve e a memória se transforma em bruma. É nesse lugar que habitam os cheiros do passado — suaves, persistentes, e cheios de ecos que o coração ainda reconhece. A imagem que acompanha este poema é o reflexo dessa travessia interior: uma alma envolta em luz difusa, caminhando entre o que foi e o que permanece, entre a lembrança e o esquecimento. Porque há memórias que não morrem… apenas aprendem a sonhar. ✨    Cheiros do Passado  Quando os cheiros do passado Me vierem visitar, Ouvirei ecos de vozes Que já não estão para me lembrar. As coisas que tanto amei, As que um dia desejei, E aquelas que tento esquecer, Vão erguer-se, silenciosas, Entre o sonho e o padecer. Nas esquinas do tempo gasto, Ficam marcas a pulsar — Cicatrizes de uma vida Que ficou por contar. E eu deixo que me envolvam, Suaves, como o luar, Os cheiros do passado Que voltam para me abraçar. Letra Tianela, Música original de Ricard...

🌾 Canção de Liberdade

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Mar de Outono — onde a liberdade e o amor se encontram     🌾 Canção de Liberdade — uma criação entre vozes, sons e alma Há canções que nascem do silêncio e se tornam asas. Canção de Liberdade começou como um sussurro — um sopro de ternura e de entrega. Entre palavras que se transformam em notas, e notas que encontram um corpo para existir, a melodia ganhou forma. Nesta nova versão, produzida entre o Suno e o Producer.ai , a canção vestiu tons de jazz e MPB , evocando a suavidade e a intensidade de Adriana Calcanhotto . Uma fusão de alma e tecnologia, onde o humano e o digital se entrelaçam para dar voz à emoção. Cada verso traz um gesto de liberdade, cada acorde é um renascer — porque a beleza, quando é verdadeira, não tem fronteiras. — No canto de “Tu e Eu... Eu e Tu”, a poesia continua a respirar.       🌿 Canção de Liberdade Minha canção de liberdade ergue-se das cinzas do silêncio, de coração terno e espírito generoso ganha asas e foge do es...

Este Amor Espontâneo

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    Há poemas que nascem de um sopro, como quem abre a janela e deixa entrar o inesperado. Este é um deles — conta a história de um amor que surgiu espontâneo, cresceu entre gestos tímidos e palavras corteses, floresceu em momentos de riso e desejo, mas também conheceu enganos, desenganos e lágrimas. E, como tantas histórias de amor, teve o seu princípio luminoso, o seu auge ardente e o seu fim doloroso. “Este Amor Espontâneo” é uma canção em forma de poema — lembrança de que tudo o que vivemos, mesmo o que se perdeu, permanece vivo na memória e no coração. Título: Este Amor Espontâneo [Estrofe 1] Este amor espontâneo Que senti por ti, Nasceu nesse dia Em que te conheci. Gostei do teu jeito, Da tua timidez, Dos teus olhos verdes, De seres cortês. [Refrão] De braço dado, coração acelerado, Um beijo primeiro, desejo sagrado. Vivemos momentos de riso e calor, Foi tão bonito este nosso amor. [Estrofe 2] Com delicadeza disseste-me assim: “Quer jantar comigo? se...

🌾 Canção de Outono

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  🌾 Canção de Outono [Estrofe 1] O outono chegou hoje, o vento fez-se ouvir, folhas caem das árvores, promessa a florir. Cada queda é recomeço, esperança a despertar, primavera escondida no tempo a germinar. [Refrão] Minha alma está tão fria, perdida na rua, quem me dera agasalhá-la no calor da tua. Se ao menos a pureza de um animal me viesse aquecer, um olhar tão verdadeiro faria renascer. [Estrofe 2] Cores douradas dançam, voando sem cessar, castanhas têm o cheiro da infância a regressar. Momentos de calmaria, segredos no luar, outono me embala, ensina-me a esperar. [Refrão] Minha alma está tão fria, perdida na rua, quem me dera agasalhá-la no calor da tua. Se ao menos a pureza de um animal me viesse aquecer, um olhar tão verdadeiro faria renascer. [Ponte] No silêncio das folhas encontro abrigo, no coração da terra sinto-me contigo. E se o mundo for inverno, que venha devagar, há sempre um outono pronto para me ensinar. [Refrão final] Minha alma está t...

Amigo do Coração

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  Hoje quis partilhar convosco um gesto de amizade muito especial. Escrevi este poema para o nosso amigo Luis, que veio de tão longe e que tanto aprecia o meu arroz doce. Transformei estas palavras em canção, numa mistura entre fado e morna, com um coro que celebra a amizade verdadeira. É um pequeno presente do coração, um abraço em música, para mostrar que os amigos são pilares que permanecem mesmo com o passar do tempo.     Amigos nós escolhemos  com eles nos entendemos  partilhamos com verdade  conquistas, sonhos, saudade São pilares da nossa vida  da juventude à velhice  corre o tempo sem parar  mas tu serás sempre tu quando eu te reencontrar  Para o nosso amigo Luis  aqui vai com o coração, este poema, que fiz, agora feito canção   Letra Tianela, música e voz Suno