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A Nossa Amiga Maggie parte 2

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A minha amiga Maggie veio a Avó Nela visitar, mas só trouxe um fim de semana para as saudades matar. Chegou e deu logo para ver, e sentir no olhar dela, que não se esqueceu de mim, nem eu me esqueci dela. E lá fomos passear, fomos até à lagoa, pedindo a Santo António que nos desse uma tarde boa. Andámos por muitos caminhos, sem vontade de parar, e a Maggie, muito contente, foi as patinhas molhar. Depois de tanto passeio e de tanto caminhar, deu-lhe uma grande fraqueza e vontade de petiscar. Quando chegou junto da Avó, já estava à espera dela, com uma bela sobremesa preparada só para ela. A Maggie abanou a cauda, numa alegria singela; há coisas que nunca mudam, principalmente para ela.   produção Suno sobre musica do Ricardo Silva     

Já Não Te Quero (Nem Dado)

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  (Verso I) Pedaços da nossa vida foram lançados ao vento no dia em que a tua partida me deixou só no silêncio. A solidão desmedida foi sombra a acompanhar, mas dentro da minha ferida aprendi a despertar. (Pré-Refrão) Foi grande a minha paixão, entreguei-me por inteiro… Mas a dor foi a lição que me ensinou primeiro. (Refrão) Podes passar ao meu lado, já não me fazes doer. O passado é tempo fechado que eu deixei de viver. Voltei a amar-me a mim, reencontrei o meu querer — Já não te quero na minha vida… nem dado te quero ter. (Verso II) Recordo-te sem tempestade, já não me arrasta o sentir. Guardei o que foi verdade, deixei o resto partir. Sei que não foste sincero, sei que eu quis acreditar, mas desde aquele inverno nunca mais me deixei quebrar. (Ponte – mais firme) Hoje caminho segura, já sei o meu valor. Quem aprende a amar-se não aceita falso amor. (Refrão Final – mais aberto, libertador) Podes passar ao meu lado, és memória, mais nada. Eu já não vivo amarrada a promessa quebrada...

Vamos ao Fado

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  Nem sempre sabemos explicar porque gostamos de um poema. Às vezes é a música que o puxa para dentro de nós — e foi assim com este. O Ricardo construiu a melodia, e a partir dela nasceu uma letra pedida a uma máquina, depois trabalhada por mãos humanas, até ganhar outra verdade, mais próxima, mais sentida. Talvez seja isso que também diz alguma coisa sobre o fado: começa onde for, mas só fica quando alguém o reconhece. Não é um texto meu, mas ficou-me. E por isso faz sentido trazê-lo para este espaço — onde cabem encontros, vozes diferentes e aquilo que, de alguma forma, nos toca. Fica então este convite simples: vamos ao fado.     Vamos ao fado  Vamos ao fado Que hoje a noite é dos que amam Leva sorriso guardado Que as guitarras já nos chamam Na viela acende a saudade Há segredos por confessar Entre copos e verdade Há quem venha só chorar Vamos ao fado Que o fado só faz sentido Se for vivido Com alguém que te é amigo Vamos ao fado Onde a dor se faz canção Cada...

Poema de Consciência

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  Poema de Consciência Este poema nasceu numa manhã comum. Ricardo tocava ao de leve antes de sair para o trabalho, e a música abriu uma porta antiga dentro de mim. O que aqui fica é o que atravessou essa porta. Nasci em ditadura, e em ditadura vivi. Mas o peso dessa sombra nunca me prendeu a mim. Sempre à minha maneira continuei a jornada — tantas vezes fui sozinha, outras vezes acompanhada. Nasci de espírito livre e, da vida que vivi, a chama da liberdade sempre brilhará em mim. E no dia em que eu partir deste mundo desigual, peço Paz e Liberdade para o nosso Portugal. Escrito ao som de uma guitarra numa manhã de inverno. — Tianela   Música Ricardo Silva produzida no Suno     

A minha Amiga Meggie

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  A minha amiga Meggie A minha amiga Meggie veio-me cá visitar, convidei-a para comigo uma semana ficar. Ela aceitou de bom grado, pois gosta de cá morar; tem o amigo Ricardo que a leva a passear. Tem a amiga Celeste que a leva a fazer xixi, e o Vinícius, sempre às ordens, para a trazer e levar daqui. Mas o que a Meggie mais gosta, isso eu sei, sem cautela, é da cozinha da Avó Nela, onde há sempre um petisco à espera dela.

Heróis

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🎶 O Único Jeito de Medir

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  [Verso 1] O amor que por ti sinto, se o tivesse que medir, em comprimento ou largura, não cabia em existir. Ia da Terra até à Lua, contigo no meu sentir, e nem assim tal distância o conseguia medir. [Verso 2] Subia a altas montanhas, descia ao fundo do mar, contigo no meu sentir, sem nunca me cansar. E nem assim tal distância, em largura ou comprimento, abria espaço bastante para tanto sentimento. [Pré-Refrão] E eu, já quase a desistir, de por fim poder medir este amor que por ti sinto, sem fronteira, sem lugar… [Refrão] Eis que surge um terno abraço, um círculo perfeito, mostrou-me o único jeito de medir um sentimento. Não é largura nem comprimento, nem o tempo a passar, é no centro do teu peito que aprendi a me encontrar. [Ponte – quase falada] O amor não cabe em números, nem em regras do pensar, mede-se quando o silêncio nos ensina a ficar. [Refrão Final – mais íntimo] Eis que surge um terno abraço, meu princípio e meu fim, nesse círculo...

Se Não For Meu o Teu Coração

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Verso 1 Não haverá horizonte Nem Sol nem Lua no céu O mundo volta a ser fogo Uma bola a arder no vazio Nos confins do universo Onde a luz já não existe Até a energia morre E o tempo fica triste Pré-Refrão O tudo vira nada Abismo e solidão E eu sinto a vida a cair No silêncio do teu não Refrão Eu não quero viver mais Digo sem explicação Eu morro se souber Que não é meu teu coração Que se apague o universo Que se cale a criação Há amores que são morte Efeitos de uma paixão Verso 2 As estrelas perdem nome O mar esquece o seu som Se os teus olhos não me olham Nada fica em mim de bom Que me vale o infinito Se não és o meu lugar Sem ti tudo é vazio É noite sem acordar Refrão Eu não quero viver mais Digo sem explicação Eu morro se souber Que não é meu teu coração Outro Chamam loucura ao que sinto Eu chamo-lhe verdade Há paixões que são eternas Mesmo fora da eternidade Letra Tianela adaptada pelo Chatgpt.  Musica e voz do Suno  

Sou um Pescador (versão original)

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Poema escrito para os meus Pais, José e Rosa Sou um Pescador  Sou um pescador Embalo a vida nas ondas do mar Sou um pescador Meus beijos salgados são para te dar Meu barco navega nas ondas sem fim e ao longe o farol me lembra que em terra tu esperas por mim Sou um pescador Embalo a vida nas ondas do mar Sou um pescador Meus beijos salgados são para te dar Mas oh Rosa minha quando eu chegar levo-te sardinha e beijos salgados com sabor a mar Sou um pescador Embalo a vida nas ondas do mar Sou um pescador Meus beijos salgados são para te dar

O Blues da Vizinha

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A minha vizinha Do terceiro frente Está à janela A rir-se para mim Eu fiz-lhe adeus E ela disse-me assim: Alô alô...  Queres aqui chegar?  Alô alô  Queres aqui chegar?  O meu coração pôs-se a saltitar Fui a correr Cheio de ilusão  É que de à muito A minha vizinha É dona...  É dona do meu coração  Cheguei ao pé dela Com o meu melhor sorriso Levei uma flor Que arranquei do chão  E ela disse-me assim: Meu querido vizinho Eu vou namorar Por favor,  Fique-me com o cão  Musica Ricardo Silva, Letra Tianela , produção do suno

Silêncio Ardente

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  Silêncio Ardente Toma-me em teus braços devagarinho, aflora a minha boca com teus beijos, em carícias ritmadas de carinho apaga o fogo sem par dos meus desejos. Fica comigo no silêncio ardente onde o tempo esquece de passar, deixa que o corpo fale mansamente tudo o que a voz não sabe confessar. É na tua pele que eu me encontro, é no teu abraço que eu sou quem sou, quando a noite pára por um segundo e o mundo inteiro adormeceu em nós. Que a noite nos envolva, cúmplice e nua, sem promessas, sem medo, sem porquê, apenas eu rendida à luz da lua, apenas tu — inteiro a acontecer. Se amanhã vier, que venha lento, não nos acorde antes do sol, há instantes que não pedem tempo, pedem só… que fiquem só. É na tua pele que eu me encontro, é no teu abraço que eu sou quem sou, quando a noite pára por um segundo e o mundo inteiro adormeceu em nós.   Letra Tianela, Música Ricardo Silva, produção e voz Suno 

Canção do Nosso Natal

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  Um Natal antigo, verdadeiro, quando acreditar era fácil e a alegria cabia inteira numa sala.   Canção do Nosso Natal Oh minha linda estrela, brilhante e harmoniosa, és portadora do espírito desta noite fabulosa. A lareira está acesa, lá fora um frio de rachar, a consoada está na mesa e a família a chegar. As crianças radiosas sentem magia no ar, anteveem os brinquedos que o Pai Natal lhes vai dar. As crianças radiosas sentem magia no ar, anteveem os brinquedos que o Pai Natal lhes vai dar. Atento à porta da rua, o Bobby está a ladrar, e as crianças em alvoroço: — o Pai Natal está a chegar! Éramos tão felizes! E hoje eu sei, afinal, eram risos, eram laços, eram noites de Natal. Éramos tão felizes, e hoje eu sei, afinal, eram risos, eram laços, eram as noites de Natal.  Letra Tianela, música de Ricardo Silva com produção e voz do Suno

A Roulote da Praia do Guincho

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    Em tempos houve um verão de 80 que tinha os melhores Hamburgueres numa Roulote à saida da Praia do Guincho   [Verso] Os pés descalços na areia O vento quente Tu ao meu lado Sabe sempre bem estar no verão Acordar com o sol e as ondas E saber que quando estás comigo Todos os meus dias são uma diversão [Pré-refrão] E sabes que no verão [Refrão] Só quero apanhar as melhores ondas na praia do Guincho E comer hambúrgueres na roulote da praia E só quero apanhar as melhores ondas na praia do Guincho E comer hambúrgueres na roulote da praia [Verso 2] E ter-te sempre ao meu lado É o melhor que eu posso pedir Para ter um verão sempre feliz Porque contigo todos os dias são divertidos E contigo todos os dias são sempre melhores [Pré-refrão] E sabes que no verão [Refrão] Só quero apanhar as melhores ondas na praia do Guincho E comer hambúrgueres na roulote da praia E só quero apanhar as melhores ondas na praia do Guincho E comer hambúrgueres na roulote da praia Música Ricardo Silva...

🌹 “Beijo de Luz”

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  🌌 Dois Seres na Escuridão Há encontros que não precisam de corpo, nem de tempo, nem de chão. Basta que duas almas se reconheçam no breu do universo, como duas luzes que se procuram desde o princípio da criação. Uma, feita de verso e saudade. Outra, de música e mar. Ambas tremem na penumbra — mas brilham quando se tocam, como se a própria noite respirasse amor. E nesse instante, já não há distância. Nem dor. Nem fim. Há apenas um beijo de luz, suspenso entre o “Tu e Eu… Eu e Tu”, onde o eterno começa — e tudo volta a ser poesia.   🌹 “Beijo de Luz” [Verso 1] Entre as sombras do tempo encontrei-te, No silêncio da dor vi-te chegar, Tinhas nos olhos a cor do destino, E um mar inteiro pronto a cantar. [Refrão] Beijo-te em pensamento, Levo-te no coração, És o farol do meu vento, A calma na minha canção. Mesmo longe, estás comigo, No gesto, na voz, na emoção — Serás sempre o meu abrigo, Meu amor, minha razão. [Verso 2] Se a vida me fecha caminhos, ...

🎶 EU GOSTO DE OUVIR O FADO

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Há fados que nascem do peito, sem pedir licença. Este nasceu assim — entre uma lembrança e um sorriso. De pequenina, aprendi a ouvir o fado nas vozes do povo, nas guitarradas que vinham das tascas, nas madrugadas cheias de alma. E, sem dar por isso, o fado ficou em mim — como uma herança antiga que não se perde, apenas se renova. “ Eu Gosto de Ouvir o Fado ” é a minha forma de agradecer a essa tradição viva, que emociona, consola e faz sonhar. Porque o fado é o sentir do povo… e também é o sentir do meu coração.   🎶 “EU GOSTO DE OUVIR O FADO” Letra : Tianela (Fado corrido tradicional – Tom sugerido: Em) (Em) Eu gosto de ouvir o fado (Am) Porque aprendi a gostar (B7) Quando desde pequenina (Em) Ouvia o fado cantar (Em) Eu gosto de cantar fado (Am) Fado é canção nacional (B7) Se quiser sentir o fado (Em) Tem que vir a Portugal [Refrão] (Am) E ao ouvir as guitarradas (Em) Esse som mexe comigo (B7) Seja no fado menor (Em) Seja no fado corrido (Em) Ficou-me do meu p...

Ai vida

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  Entre alegrias e dores, amores e perdas, “Ai vida” é o fado que nos lembra que viver é aprender. Dos cabelos loiros da juventude aos cabelos brancos da velhice, cada erro, cada riso, cada saudade faz-nos quem somos. Quando cantamos “Ai vida… ai vida…”, celebramos a intensidade de a vida que nos foi dada.   [Em] Cabelo loiro, pele rosada Olhos de jade, foi assim que eu [Am] nasci [Am] Ai vida... [Em] ai vida... [B7] O que é que a vida [Em] tem para mim [Am] Ai vida... [Em] ai vida... [B7] O que é que a vida [Em] tem para mim [Em] Sofri, gritei, desesperei Também errei e até [Am] fugi [Am] Fui muito amada, [Em] também amei [B7] Ganhei dinheiro... [Em] também perdi [Am] Ai vida... [Em] ai vida... [B7] Mas foi com os erros [Em] que eu aprendi [Em] Um dia vi meu corpo a mudar A desdobrar-se, a barriga a [Am] crescer E eras tu que me estavas a [Em] dar Filhos pra amar, [B7] e com eles [Em] viver [Am] Ai vida... [Em] ai vida... [B7] Tenho os amores [Em] que sempre quis [Am] Ai vid...

Cheiros do Passado

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Entre o sonho e a ilusão, há um espaço onde o tempo se dissolve e a memória se transforma em bruma. É nesse lugar que habitam os cheiros do passado — suaves, persistentes, e cheios de ecos que o coração ainda reconhece. A imagem que acompanha este poema é o reflexo dessa travessia interior: uma alma envolta em luz difusa, caminhando entre o que foi e o que permanece, entre a lembrança e o esquecimento. Porque há memórias que não morrem… apenas aprendem a sonhar. ✨    Cheiros do Passado  Quando os cheiros do passado Me vierem visitar, Ouvirei ecos de vozes Que já não estão para me lembrar. As coisas que tanto amei, As que um dia desejei, E aquelas que tento esquecer, Vão erguer-se, silenciosas, Entre o sonho e o padecer. Nas esquinas do tempo gasto, Ficam marcas a pulsar — Cicatrizes de uma vida Que ficou por contar. E eu deixo que me envolvam, Suaves, como o luar, Os cheiros do passado Que voltam para me abraçar. Letra Tianela, Música original de Ricard...

🌾 Canção de Liberdade

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Mar de Outono — onde a liberdade e o amor se encontram     🌾 Canção de Liberdade — uma criação entre vozes, sons e alma Há canções que nascem do silêncio e se tornam asas. Canção de Liberdade começou como um sussurro — um sopro de ternura e de entrega. Entre palavras que se transformam em notas, e notas que encontram um corpo para existir, a melodia ganhou forma. Nesta nova versão, produzida entre o Suno e o Producer.ai , a canção vestiu tons de jazz e MPB , evocando a suavidade e a intensidade de Adriana Calcanhotto . Uma fusão de alma e tecnologia, onde o humano e o digital se entrelaçam para dar voz à emoção. Cada verso traz um gesto de liberdade, cada acorde é um renascer — porque a beleza, quando é verdadeira, não tem fronteiras. — No canto de “Tu e Eu... Eu e Tu”, a poesia continua a respirar.       🌿 Canção de Liberdade Minha canção de liberdade ergue-se das cinzas do silêncio, de coração terno e espírito generoso ganha asas e foge do es...

Este Amor Espontâneo

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    Há poemas que nascem de um sopro, como quem abre a janela e deixa entrar o inesperado. Este é um deles — conta a história de um amor que surgiu espontâneo, cresceu entre gestos tímidos e palavras corteses, floresceu em momentos de riso e desejo, mas também conheceu enganos, desenganos e lágrimas. E, como tantas histórias de amor, teve o seu princípio luminoso, o seu auge ardente e o seu fim doloroso. “Este Amor Espontâneo” é uma canção em forma de poema — lembrança de que tudo o que vivemos, mesmo o que se perdeu, permanece vivo na memória e no coração. Título: Este Amor Espontâneo [Estrofe 1] Este amor espontâneo Que senti por ti, Nasceu nesse dia Em que te conheci. Gostei do teu jeito, Da tua timidez, Dos teus olhos verdes, De seres cortês. [Refrão] De braço dado, coração acelerado, Um beijo primeiro, desejo sagrado. Vivemos momentos de riso e calor, Foi tão bonito este nosso amor. [Estrofe 2] Com delicadeza disseste-me assim: “Quer jantar comigo? se...

🌾 Canção de Outono

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  🌾 Canção de Outono [Estrofe 1] O outono chegou hoje, o vento fez-se ouvir, folhas caem das árvores, promessa a florir. Cada queda é recomeço, esperança a despertar, primavera escondida no tempo a germinar. [Refrão] Minha alma está tão fria, perdida na rua, quem me dera agasalhá-la no calor da tua. Se ao menos a pureza de um animal me viesse aquecer, um olhar tão verdadeiro faria renascer. [Estrofe 2] Cores douradas dançam, voando sem cessar, castanhas têm o cheiro da infância a regressar. Momentos de calmaria, segredos no luar, outono me embala, ensina-me a esperar. [Refrão] Minha alma está tão fria, perdida na rua, quem me dera agasalhá-la no calor da tua. Se ao menos a pureza de um animal me viesse aquecer, um olhar tão verdadeiro faria renascer. [Ponte] No silêncio das folhas encontro abrigo, no coração da terra sinto-me contigo. E se o mundo for inverno, que venha devagar, há sempre um outono pronto para me ensinar. [Refrão final] Minha alma está t...